Inovação, qualidade e regulatórios no setor de alimentação: como andar juntos?

 

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Hoje, há um risco grande de qualquer produto transformar-se em uma espécie de “commodity”. Por definição, o termo significa uma matéria-prima de grande importância. O preço é definido pela lei da oferta e procura. Os commodities também são vendidos em larga escala. Um exemplo: açúcar. A marca da mercadoria tem pouca importância. Assim, o consumidor opta pelo mais barato, na maioria das vezes.

Quando falamos que seu produto alimentício pode se tornar uma “commodity”, usamos as aspas porque ele pode não ser um item de primeira necessidade. No entanto, é tão parecido com o dos concorrentes, tem tão poucos diferenciais que o preço torna-se decisivo. Para não cair nessa armadilha,  a inovação é uma questão de sobrevivência. É ao trazer o novo que você agrega valor à sua marca, capta e retém clientes.

Nem é necessário dizer que inovar com qualidade é fundamental. O novo, por si só, não se sustenta. Além disso, o setor de alimentos é repleto de regras, de marcos regulatórios. A pergunta que fica é: como inovar com qualidade sem esbarrar na regulamentação? Até o final deste artigo você verá dicas de como fazer isso.

Verifique a viabilidade

A inovação às vezes surge de um momento iluminado. Quando temos a ideia, logo acreditamos nela e até nos consideramos geniais em alguns momentos. Porém, você pode esbarrar em algumas normas para colocá-la em prática. Alguns segmentos, como produtos funcionais, por exemplo, têm normas específicas. Cheque-as!

Assim, antes de colocar o que pensou em prática, estude os regulatórios do setor, especialmente os obrigatórios. Produzir sem tomar esse cuidado, por mais inovador que pareça, lhe trará prejuízo até financeiro e desgaste emocional.

Possibilidades dentro das regras

Talvez sua ideia seja viável se você fizer alguns ajustes. Desapegue do que pensou originalmente e coloque a cabeça para funcionar. Lembre-se: “As espécies que sobrevivem não são as espécies mais fortes, nem as mais inteligentes, e sim aquelas que se adaptam melhor às mudanças”.

A frase esteve por muitos anos na placa de um átrio da Universidade da Califórnia para inspirar pessoas brilhantes. Tenha isso em mente também.

Regulatórios têm um lado extremamente positivo

Imagine se o setor de alimentos não tivesse regulamentação? Muita gente jogaria sujo. Seria até perigoso, visto que muitas normas foram criadas devido à segurança alimentar. Por mais que você ache alguns pontos rígidos demais, a padronização que os regulatórios impõem ajudam a criar um mercado mais justo, com regras únicas para todos do setor. As normas voluntárias agregam ainda mais valor para quem adere a elas. As ISOs e os selos de qualidade, por exemplo, mostram que seu produto tem alta qualidade. Não é todo mundo que está disposto a trabalhar de maneira a conseguir as ISOs e selos. Dessa forma, elas são diferenciais.

Os regulatórios são a base da qualidade. Para trabalhar com assertividade, é preciso levá-los em consideração. Assim, em vez de reclamar que as regras são muito rígidas, como de fato algumas são, veja o lado positivo delas.

Insumos e mão de obra

Sua ideia de produto inovador só será bem-sucedida se for executada adequadamente. Isso será fundamental para colocar um produto com qualidade no mercado. Para isso, é fundamental investir em insumos de qualidade e mão de obra capacitada. Sem esses dois fatores, o seu projeto pode até ser legal no papel, mas na prática não irá funcionar.

Produtos de teste

Nenhuma teoria está imune à realidade. Assim, promover testes, inclusive com leigos que possam analisar seu produto com um viés de consumidor, é muito importante. É legal fazer uma ficha com pontos importantes a serem analisados no produto e ver qual é a impressão de quem irá consumi-lo. A partir dessas degustações, você pode aperfeiçoar seu produto.  O leigo, que trará a visão de um consumidor final, ainda se sentirá muito valorizado ao receber seu convite e irá fazer propaganda espontânea quando ocorrer o lançamento do produto final.

Contrate especialistas em alimentos

São muitas as regras do setor alimentício. Além das normas, há outros pontos fundamentais para você conseguir inovar no segmento. Você, como empresário, tem muitas outras demandas em que é especialista. Assim, contrate quem entende do assunto. Você verá que o investimento terá retorno: em forma de qualidade, lucro com a comercialização, redução de custos para a fabricação e segurança para não infringir uma regra por falta de conhecimento.

Na Invista Foods, todas as profissionais à frente dos projetos têm, no mínimo 10 anos de experiência na área. Saiba mais sobre quem pode te ajudar:

Marilda Fajardo: engenheira de alimentos, vencedora do concurso “Melhor Pão de Queijo do Brasil”, promovido pelo programa da Globo Mais Você, de Ana Maria Braga. Tem 20 anos de mercado, é responsável pelo desenvolvimento de produtos e redução de custos.

Sílvia Lage: responsável pela gestão industrial, chamada também de logística inbound que começa quando o produto é colocado em linha, com definições do processo de compra, homologação de fornecedores. Ela desenvolve ferramentas de processo e controle de produtividade, através de vários estudos, como o de cronoanálise do processo e definição/ajuste dos tempos e métodos realizados. Também atua com criação ou adoção de ferramentas para liberação dos produtos e suporte na implantação de sistemas ERP do módulo chão de fábrica.

Sílvia Reis: responsável pelos serviços que demandam especialidade em assuntos regulatórios. Mais que cuidar de analisar as regras vigentes para o mercado nacional e para exportação, Sílvia providencia a documentação técnica necessária para que o cliente esteja em dia com os órgãos reguladores. Ela também responde pela adequação dos rótulos, cálculos da tabela de informação nutricional e ainda auxilia a explorar o uso de claims e apelos para o marketing do produto. Caso necessário, oferece suporte ao cliente em elaboração de defesas referente a processos administrativos.

Contrate esse trio poderoso para  te ajudar a inovar no setor alimentício com segurança.

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